
Se você trabalhou como operador de empilhadeira a gás (GLP) em qualquer momento nos últimos dois anos e não recebeu o adicional de periculosidade, este artigo é para você.
Mesmo que você já tenha saído da empresa, a lei garante um prazo para que você possa cobrar esse direito. Muitas empresas não pagam o adicional de 30% a que você tem direito pela troca rotineira dos botijões, e você pode recuperar todos os valores atrasados desse período.
Continue lendo para entender como garantir esse dinheiro, que é seu por direito.
O Direito Específico de Quem Trabalhou nos Últimos 2 Anos
A lei trabalhista estabelece dois prazos fundamentais que você precisa conhecer:
- Prazo de 5 anos: Você pode cobrar os direitos não pagos dos últimos 5 anos de trabalho.
- Prazo de 2 anos: Após sair da empresa, você tem um prazo de até 2 anos para entrar com uma ação na Justiça e cobrar esses 5 anos de direitos.
Isso significa que, se você trabalhou com empilhadeira a gás nos últimos dois anos, você está totalmente dentro do prazo para buscar o seu adicional de periculosidade, mesmo que não esteja mais no emprego.
Trabalhou com empilhadeira a gás entre 2024 e 2026 e nunca recebeu o adicional? O tempo para cobrar seu direito está passando. Uma análise jurídica pode garantir que você não perca o prazo.👉 Solicite a avaliação do seu caso
Por Que a Troca de Botijão Garante o Adicional?
O adicional de periculosidade de 30% é um direito garantido pela CLT para quem trabalha em condições de risco. A troca dos botijões de gás GLP é uma dessas atividades, pois expõe você a um risco constante de incêndio e explosão.
A Justiça do Trabalho é clara: se a troca de botijões fazia parte da sua rotina, mesmo que por poucos minutos, a exposição habitual ao risco já é suficiente para garantir o seu direito. Não importa se a empresa fornecia luvas ou outros EPIs; o risco da atividade não é eliminado.
Um Cálculo Rápido: Quanto Você Pode Ter a Receber?
Vamos fazer uma conta simples. Se o seu salário-base era de R$ 2.500, o adicional de periculosidade seria de R$ 750 por mês.
Em dois anos (24 meses), apenas o valor do adicional seria de R$ 18.000.
Lembre-se que esse valor é ainda maior, pois o adicional gera reflexos em:
•Férias + 1/3
•13º Salário
•Aviso Prévio
•FGTS e a multa de 40%
É um valor significativo que a empresa deixou de pagar a você.
Como Comprovar o Direito, Mesmo Fora da Empresa?
O processo para cobrar seus direitos é seguro e bem definido. Mesmo que você não trabalhe mais no local, a comprovação pode ser feita por meio de:
•Perícia Técnica Judicial: Um perito pode analisar as condições de trabalho da função que você exercia.
•Testemunhas: Colegas que trabalharam com você podem confirmar sua rotina.
•Documentos: Sua carteira de trabalho e outros documentos que descrevem sua função são provas importantes.
Com a orientação de um advogado especialista, reunimos as provas necessárias para garantir o seu sucesso no processo.
Não Deixe o Prazo de 2 Anos Acabar. Aja Agora.
Se você trabalhou com empilhadeira a gás nos últimos dois anos, o tempo é um fator crucial. Deixar para depois pode significar perder o direito de cobrar o que é seu. Não deixe esse dinheiro na mesa.
Fale com um advogado trabalhista agora mesmo, sem compromisso, e entenda exatamente quais são seus direitos e os próximos passos para recuperar seus valores.
Essas situações não devem ser ignoradas. O Piso da Enfermagem é um direito legal e constitucional. O não pagamento integral ou a omissão dos valores retroativos representam descumprimento da lei, e podem (e devem) ser questionados judicialmente.
Estamos aqui para te apoiar
Nosso escritório atua na defesa dos profissionais da enfermagem, com atendimento especializado e comprometido com a resolução do seu problema.
Se você:
- Não recebeu o retroativo;
- Recebeu um valor que parece incorreto;
- Ou tem dúvidas sobre seus direitos;
Entre em contato. Nosso atendimento é claro, responsável e focado em buscar a solução que você merece.
A luta por um salário justo é também uma luta por respeito à sua profissão. 👉 Solicite a avaliação do seu caso
